Quem somos
O Ninho é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, que tem por objectivo a promoção humana e social de mulheres vítimas de prostituição.
O Ninho conhece, analisa e intervêm na prostituição de rua e noutros locais de prostituição, nomeadamente em: pensões, bares de espera, bares de alterna, hotéis de cinco estrelas, casas de passe fechadas, casas de massagens, agências, bares de luxo.
O Ninho, ao longo dos anos, tem tido uma intervenção séria e coerente na denúncia da prostituição, das suas causas e consequências.
O Ninho conhece, analisa e intervêm na prostituição de rua e noutros locais de prostituição, nomeadamente em: pensões, bares de espera, bares de alterna, hotéis de cinco estrelas, casas de passe fechadas, casas de massagens, agências, bares de luxo.
O Ninho, ao longo dos anos, tem tido uma intervenção séria e coerente na denúncia da prostituição, das suas causas e consequências.
Parte do conhecimento adquirido ao longo de quase quatro décadas de trabalho directo com pessoas prostituídas e da troca de experiências com organizações congéneres da Europa e do Brasil.
Que a prostituição é uma violação dos Direitos Humanos, uma exploração que decorre das injustiças e desigualdades sociais (entre homens e mulheres, ricos e pobres, adultos e crianças).
Que não se combate a prostituição com medidas coercivas, mas por uma política social global, uma transformação das estruturas e uma mudança de mentalidades.
Que é uma empresa comercial gigantesca que despreza a dignidade humana em nome da rentabilidade financeira.
Que não se proíba a prostituição, mas sim que se reprima realmente o proxenetismo organizado.
Que legalizar a prostituição, é legalizar máfias e organizações criminosas, que traficam crianças, mulheres e jovens tornando-os escravos dos tempos modernos, apoiando a violência institucionalizada pelo Estado, tornando-o proxeneta pactuando com criminosos.
Os serviços vão sendo estruturados de acordo com as solicitações feitas pelas mulheres e com a aprendizagem que os técnicos foram fazendo ao longo do seu percurso de trabalho directo com as mulheres.
Conhecemos a origem social das mulheres e dos clientes.
Conhecemos os proxenetas (os companheiros, como elas dizem)
Conhecemos mulheres que foram traficadas, vendidas para certos países.
O tráfico de mulheres é organizado por associações criminosas. >>Saber Mais
Contrato Afecto
O Ninho faz o acompanhamento social das mulheres e seus agregados familiares, que buscam caminhos de mudança e que se traduz num processo metodológico de uma relação contratual, que exige uma relação de proximidade e uma relação afectiva (envolvimento emocional controlado) entre os técnicos de O Ninho e as mulheres prostituídas. >>Saber Mais
O Ninho faz o acompanhamento social das mulheres e seus agregados familiares, que buscam caminhos de mudança e que se traduz num processo metodológico de uma relação contratual, que exige uma relação de proximidade e uma relação afectiva (envolvimento emocional controlado) entre os técnicos de O Ninho e as mulheres prostituídas. >>Saber Mais
A nossa História
O Ninho foi fundado em Portugal em 1967, seguindo o modelo de O Ninho francês criado em Paris pelo Padre André Marie Talvas, em 1936.
A história de O Ninho insere-se assim na história do trabalho de colaboração entre os Movimentos do Ninho da França, da Bélgica (1980), do Brasil e de outras organizações e movimentos que trabalham directamente com pessoas prostituídas.
O Ninho nasce a partir das necessidades sentidas pelas mulheres prostituídas e estrutura uma metodologia de intervenção que se vai adequando às realidades.
Conhecer o meio prostitucional e os seus agentes foi o início de uma intervenção inovadora que, na década de sessenta poucas pessoas compreendiam.
Intervenção Comunitária Justificada
A economia tornou-se global e as pessoas já não são recrutadas apenas na periferia das grandes cidades ou nas zonas pobres de Portugal.
Já não são só as filhas de portugueses pobres que se prostituem. O campo de recrutamento cresceu. Hoje, em diversos locais da cidade, multiplicam--se jovens africanas, asiáticas, brasileiras, da América Latina, da Europa de Leste que sofrem diante dos nossos olhos a forma mais violenta de escravatura.
O Ninho, desde 1989, tem vindo a alertar para os perigos da globalização das redes de proxenetismo que traficam jovens, mulheres e crianças para a indústria global do sexo. >>Saber Mais
FEDIP - Federação Europeia para o Desaparecimento da Prostituição
O Ninho é membro fundador, em 1992, conjuntamente com a França, a Bélgica e a Espanha, da Federação Europeia para o Desaparecimento da Prostituição (FEDIP).
A FEDIP toma posição pública face à problemática da prostituição”não se facilita nem se regulamenta uma escravatura. Visa-se o seu desaparecimento.”
A adesão à FEDIP está aberta às Associações que:
• Trabalhem na esfera da prevenção e para o desaparecimento da prostituição;
• Estejam em contacto e acompanhem as pessoas que se prostituem ou que deixaram a prostituição;
• Tenham uma acção efectiva sobre as causas da prostituição, em solidariedade com as pessoas prostituídas.
O Ninho foi fundado em Portugal em 1967, seguindo o modelo de O Ninho francês criado em Paris pelo Padre André Marie Talvas, em 1936.
A história de O Ninho insere-se assim na história do trabalho de colaboração entre os Movimentos do Ninho da França, da Bélgica (1980), do Brasil e de outras organizações e movimentos que trabalham directamente com pessoas prostituídas.
O Ninho nasce a partir das necessidades sentidas pelas mulheres prostituídas e estrutura uma metodologia de intervenção que se vai adequando às realidades.
Conhecer o meio prostitucional e os seus agentes foi o início de uma intervenção inovadora que, na década de sessenta poucas pessoas compreendiam.
Intervenção Comunitária Justificada
A economia tornou-se global e as pessoas já não são recrutadas apenas na periferia das grandes cidades ou nas zonas pobres de Portugal.
Já não são só as filhas de portugueses pobres que se prostituem. O campo de recrutamento cresceu. Hoje, em diversos locais da cidade, multiplicam--se jovens africanas, asiáticas, brasileiras, da América Latina, da Europa de Leste que sofrem diante dos nossos olhos a forma mais violenta de escravatura.
O Ninho, desde 1989, tem vindo a alertar para os perigos da globalização das redes de proxenetismo que traficam jovens, mulheres e crianças para a indústria global do sexo. >>Saber Mais
FEDIP - Federação Europeia para o Desaparecimento da Prostituição
O Ninho é membro fundador, em 1992, conjuntamente com a França, a Bélgica e a Espanha, da Federação Europeia para o Desaparecimento da Prostituição (FEDIP).
A FEDIP toma posição pública face à problemática da prostituição”não se facilita nem se regulamenta uma escravatura. Visa-se o seu desaparecimento.”
A adesão à FEDIP está aberta às Associações que:
• Trabalhem na esfera da prevenção e para o desaparecimento da prostituição;
• Estejam em contacto e acompanhem as pessoas que se prostituem ou que deixaram a prostituição;
• Tenham uma acção efectiva sobre as causas da prostituição, em solidariedade com as pessoas prostituídas.